convidados

Adrián Gorelik (Argentina) é arquiteto, doutor pela Universidade de Buenos Aires (UBA), professor da Universidade Nacional de Quilmes (UNQ), pesquisador do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas da Argentina (Conicet) e membro do conselho editorial da revista Prismas. O foco de suas pesquisas é a história cultural urbana. Publica, entre outros livros, La Grilla y el Parque: Espacio Público y Cultura Urbana en Buenos Aires (UNQ, 2001) e Das Vanguardas a Brasília – Cidade e Arquitetura na América Latina (UFMG/2005).

Ana Maria Tavares (Brasil) é escultora, mestra pela Escola do Instituto de Arte de Chicago e doutora pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), onde é docente no curso de pós-graduação em poéticas visuais. Em 2006, realiza a instalação Enigmas de uma Noite com Midnight Daydreams, no Instituto Tomie Ohtake, e participa da Bienal de Cingapura.

Francisco Foot Hardman (Brasil) é ensaísta, historiador e professor titular do Departamento de Teoria Literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade de Campinas (Unicamp), mestre em ciência política por essa mesma universidade, doutor em filosofia pela USP, livre-docente em literatura e ciências humanas também pela Unicamp e colaborador do caderno Aliás, do jornal O Estado de S. Paulo. Publica, entre outros livros, Nem Pátria, Nem Patrão! Memória Operária, Cultura e Literatura no Brasil (Unesp, 2002), Trem-Fantasma: a Ferrovia Madeira-Mamoré e a Modernidade na Selva (Cia. das Letras, 2005).

Gisella Hiche (Brasil) é jornalista e membro do coletivo Experiência Imersiva Ambiental (EIA), que realiza estratégias de ocupação criativa na cidade com o objetivo de instalar e fortalecer espaços públicos próprios para a convivência e a integração das pessoas. Sua pesquisa é focada nos movimentos de intervenção urbana. É possível obter mais informações em mapeia.wordpress.com.

Guilherme Wisnik (Brasil) é arquiteto, crítico, curador e colaborador do jornal Folha de S.Paulo. Publica Lucio Costa (Cosac Naify, 2001) e Estado Crítico: à Deriva nas Cidades (Publifolha, 2009) e organiza o volume 45 da revista 2G (Gustavo Gili, 2008) sobre a obra recente de Paulo Mendes da Rocha. Escreve, também, o ensaio Modernidade Congênita, na obra Arquitetura Moderna Brasileira (Phaidon, 2004) e Exercícios de Liberdade, em Marcos Acayaba (Cosac Naify, 2007).

Hector Zamora (México) é artista. Realiza trabalhos como Revolución 1608, Bis, no Museu de Arte Carrillo Gil (2004), Cidade do México. Participa da exposição Insite_05, em San Diego (2005), da 27ª Bienal de Artes de São Paulo (2006) e da Bienal de Veneza (2009).

Jorge Menna Barreto (Brasil) é professor, educador, crítico, artista plástico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em poéticas visuais pela USP e membro do grupo Linha Imaginária e dos coletivos Laranjas e Rejeitados. Investiga os possíveis desdobramentos da prática do site specific. Em 2000, realiza intervenções no Torreão em Porto Alegre e, em 2003, na Artspot Gallery em Atlanta. Em 2002, é contemplado pelo Rumos Itaú Cultural.

Juliano Pamplona Ximenes Ponte (Brasil) é arquiteto, urbanista, mestre em planejamento urbano e regional pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará (UFPA). Atua na área de planejamento urbano e regional como docente, pesquisador e extensionista em projetos técnicos de assessoria e elaboração de instrumentos urbanísticos e de planejamento territorial.

Ligia Nobre (Brasil) é arquiteta e mestra em história e teoria da arquitetura pela Architectural Association School of Architecture (Londres). Entre 2002 e 2007, é cofundadora/diretora da Exo experimental org. – organização cultural sem fins lucrativos.

Mariana Fix (Brasil) é arquiteta e urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU), mestra em sociologia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH) e professora no departamento de Design das Faculdades de Campinas (Facamp) desde 2005. Participa do Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos da FAU/USP. Publica, entre outros, os livros Parceiros da Exclusão (Boitempo, 2001) e São Paulo Cidade Global: Fundamentos Financeiros de uma Miragem (Boitempo, 2007).

Nelson Brissac (Brasil) é filósofo e organizador e curador de Arte/Cidade (artecidade.org.br), projeto de intervenções urbanas em São Paulo. Trabalha com questões ligadas às dinâmicas territoriais na Região Sudeste do Brasil e também com as relações entre arte e indústria. Publica livros como A Sedução da Barbárie (Brasiliense, 1982), Cenários em Ruínas (Brasiliense, 1987), América (Cia. das Letras, 1989) e Paisagens Urbanas (Senac, 1996).

Nuno Ramos (Brasil) é escultor, pintor, desenhista, cenógrafo, ensaísta e videomaker. Em 1983, ajuda a fundar o ateliê Casa 7. Em 1992, em Porto Alegre, expõe a instalação 111, que se refere ao massacre dos presos na Casa de Detenção de São Paulo. Publica livros como Cujo (Editora 34, 1993), O Pão do Corvo (Editora 34, 2001) e Ó (Iluminuras, 2008).

Osvaldo Sanchez (México) é curador, crítico de arte, diretor do Museu de Arte Moderna do México e historiador da arte pela Universidade de Havana. Em 2000 e 2001, é cocurador do projeto internacional de arte pública inSite e diretor artístico da edição de 2005 do inSite/Práticas Artísticas no Domínio Público, em Tijuana e San Diego.

Paulo Mendes da Rocha (Brasil) é arquiteto, autor de inúmeros projetos de obras públicas e privadas e membro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP). Em 2000, ganha o prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-Americana, de Barcelona; em 2003, recebe o título de Membro Honorário da Ordem dos Arquitetos de Portugal; e, em 2006, o Pritzker Architecture Prize, distinção conferida pela The Hyatt Foundation.

Renato Sztutman (Brasil) é professor no Departamento de Antropologia da USP, cofundador e coeditor da revista de antropologia, arte e humanidades Sexta Feira. Realiza pesquisas na área de etnologia e história indígena. Desde 1995, é pesquisador do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo (NHII/USP) e do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia. Publica Imagens-Transe: Perigo, Possessão e a Gênese do Cinema de Jean Rouch, que faz parte do livro Imagem-Conhecimento: Antropologia, Cinema e Outros Diálogos (Papirus, 2009).