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Correspondências e confluências singulares e coletivas: o percurso da 34ª Bienal Internacional de São Paulo (2018-2021)

Mesa redonda idealizada pelo Fórum Permanente no Instituto de Estudos Avançados da USP debate o percurso da 34ª Bienal de Artes de São Paulo —Faz escuro mas eu canto em cartaz até 5 de dezembro de 2021 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo do Parque Ibirapuera.

Este debate terá a presença de membros da equipe de curadores, arquitetos, designers e educadores que a conceberam assim como, virtualmente, de debatedores convidados pelo Fórum Permanente.

Dentre os membros da equipe da 34ª Bienal confirmados estão a artista-curadora Carla Zaccagnini, o curador Paulo Miyada, os arquitetos Marcelo Maia Rosa e Anna Helena Villela, as educadoras Luciana Alves e Elaine Fontana e o artista-designer Vitor César. O encontro será moderado por Martin Grossmann, professor titular da USP e culturador do Fórum Permanente.  Contará também com a participação de integrantes do Grupo de Pesquisa Fórum Permanente do IEA-USP.

A 34ª Bienal comemora os 70 anos da exposição internacional que se tornou um marco na agenda cultural do Brasil e do mundo de maneira ininterrupta desde 1951. Esta edição se destaca das demais por um trabalho colaborativo, coletivo e transdisciplinar que envolve os curadores, arquitetos, designers, educadores bem como os artistas convidados, produzindo um resultado singular que será debatido por esse grupo plural.

O encontro será realizado no Instituto de Estudos Avançado de forma híbrida: os palestrantes estarão presencialmente no auditório Alfredo Bosi do IEA e os debatedores virtualmente por meio da plataforma Zoom. A platéia acompanhará o debate pelo canal youtube do IEA, por meio do site do próprio instituto como também da plataforma Fórum Permanente.

 

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