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27ª. Bienal de São Paulo – “Como viver junto”

27ª. Bienal de São Paulo – “Como viver junto” - Seminários Internacionais

Logo Bienal - marcel 30 - janeiro de 2006Fórum Permanente: Museus de Arte - entre o público e o privado

 

Relatos - Fórum Permanente


Programação dos seminários da
27a BIENAL DE SÃO PAULO COMO VIVER JUNTO

27 – 28.01.2006
Marcel, 30 organização Jochen Volz
31.03 – 01.04.2006
Arquitetura [Architecture] organização Adriano Pedrosa
09 – 10.06.2006
Reconstrução [Reconstruction] organização Cristina Freire
04 – 05.08.2006
Vida coletiva [Collective Life] organização Lisette Lagnado
09 - 10.10.2006
Trocas [Exchanges] organização Rosa Martinez
10 – 11.11.2006
Acre organização José Roca

 

Apresentação

A 27ª Bienal de São Paulo começa em janeiro de 2006 e vai até dezembro, por meio de um programa de Seminários Internacionais. A ampliação temporal do evento é uma entre outras experiências pioneiras que distinguem a presente edição: ou seja, não limitar a Bienal a uma exposição que dura pouco mais de dois meses, mas fornecer ao público uma propagação gradual das idéias que nortearão a construção da mostra. Simultaneamente, a 27ª Bienal amplia sua extensão territorial, envolvendo outros Estados, além de São Paulo, por meio da implantação de Residências Artísticas, cujo objetivo é fomentar um conhecimento da diversidade cultural brasileira e ativar regiões carentes de informação.

Lisette Lagnado examina Marcel Broodthaers no K21

A curadora da 27ª Bienal Internacional de São Paulo, Lisette Lagnado,

examinando as obras de Broodthaers.


Os Seminários Internacionais têm o formato de grupos de estudos e debates, antecipando a abertura da mostra e complementando-a. Foram programados sete Seminários convidando especialistas brasileiros e estrangeiros, entre historiadores da arte, curadores, artistas, filósofos, psicanalistas e cientistas políticos. Cada Seminário durará dois dias, com três mesas-redondas, e será organizado por um dos curadores envolvidos na 27ª Bienal, responsável pela escolha de um dos temas inerentes à mostra Como viver junto, que é organizada a partir de dois blocos: “Projetos construtivos” e “Programas para a vida”.

O título da 27ª Bienal, emprestado dos cursos de Roland Barthes no Collège de France entre 1976 e 1977, foi escolhido para abordar uma das questões mais candentes da vida pública: como estabelecer uma base de comunicação viável entre grupos e nações que se escutam cada vez menos? Quase trinta anos depois, esses cursos ganham uma ressonância inesperada, se formos contabilizar “o terrorismo e o niilismo” que hoje acompanham qualquer possibilidade acerca de uma ética de coabitação pacífi ca.

Nesse sentido, o abandono das “representações nacionais”, algo que acompanhou a Bienal de São Paulo desde a sua fundação, torna-se um horizonte ainda mais urgente. Graças a uma plataforma experimental, a Bienal pretende agregar o valor de um congresso cultural, estimulando a participação, compreendendo, sobretudo, que defi nir o trabalho criativo transcende as paredes expositivas.

Não por acaso, o primeiro Seminário discute a permanência e a recomposição dos museus e de sua lógica expositiva. — Lisette Lagnado, curadora geral da 27a Bienal

(Fonte: Fundação Bienal de São Paulo - http://bienalsaopaulo.globo.com/)

Acompanhe pelo site do Fórum Permanente a repercussão da 27a Bienal na Imprensa

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