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  <title>Imprensa: Notícias ARCO 2008</title>
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  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/programacao-paralela-supera-arco">
    <title>Programação paralela supera ARCO</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/programacao-paralela-supera-arco</link>
    <description>Folha de São Paulo, 21/02/08</description>
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<div id="articleBy">
<p><b>FABIO CYPRIANO</b><br />do enviado especial a Madri da <b>Folha de S.Paulo</b></p>
</div>
<p>Em comparação com as exposições do Ano do Brasil na França, em 2005, os eventos paralelos à 27ª Arco, a Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri, encerrada na última segunda, foram muito mais significativos. O Brasil foi o país convidado do evento e teve espaço para reunir 32 galerias nacionais.</p>
<p>A programação, tanto oficial como paralela, foi coordenada pelo governo brasileiro e teve curadoria de Moacir dos Anjos e Paulo Sergio Duarte. No chamado circuito off, foram realizadas obras e intervenções de grande porte em instituições importantes, como as de Carmela Gross e Fernanda Gomes no Matadero Madri, de Miguel Rio Branco na Casa de América, Marcelo Cidade, Lucia Koch e Cao Guimarães na Casa Encendida, e ainda José Damasceno no Reina Sofía.</p>
<p></p>
<table class="fe230" align="center">
<tbody>
<tr>
<td class="fo1c"></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><img class="image-inline" src="resolveuid/94a3015d7c6811f4d4b63b85bf2f954d" alt="SEVENDE" height="185" width="244" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="fo1l">Instalação de Carmela Gross no Matadero Madri é crítica à feira centrada em vendas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></p>
<p></p>
<p>Pela primeira vez, um artista ocupou os espaços públicos do maior museu de arte contemporânea da cidade, no total nove intervenções. "O Brasil estava melhor fora da Arco", disse o curador Márcio Doctors.</p>
<p>Uma das ações com melhor repercussão para a cena artística nacional foi o encontro de coletivos, coordenado pelo Centro Cultural de Espanha em São Paulo, no Matadero Madri. "Nós nunca tivemos um encontro desse tipo no Brasil", disse Carol Valansi, do coletivo carioca Opavivará.</p>
<p>O encontro reuniu grupos espanhóis e brasileiros, entre eles o Laranjas, de Porto Alegre, e Gia, da Bahia. O Matadero é um local de práticas experimentais, recentemente aberto, no antigo frigorífico da cidade. As obras que ocupam o local de 100 mil mºº2ºº estão orçadas em 110 milhões de euros (R$ 281 milhões).</p>
<p>Já as polêmicas que envolveram a feira acabaram sendo positivas para a instituição. A Arco teve um valor superior em vendas para colecionadores: subiu 15% em relação a 2007, apesar das cifras não serem divulgadas. O evento foi mais contemporâneo que nas últimas edições, e o público se manteve em 190 mil visitantes.</p>
<p>A nova diretora da Arco, Lourdes Fernández, polemizou ao reduzir no evento o número de galerias espanholas, que pediram ao governo que não comprasse na feira. De fato, houve protestos. Instituições como o Ivam, de Valência, comprou uma obra de cada galeria local excluída, mas centros importantes, como o museu Reina Sofía, de Madri, e o Museu de Arte Contemporânea de Leon (Musac), gastaram cerca de 1,5 milhão de euros (R$ 3,8 milhões).</p>
<p><b>"Faxina"</b></p>
<p>"Era preciso limpar a casa, havia galerias defasadas com a produção atual e, para competir com feiras como Frieze e Basel, era preciso ter o melhor", disse a galerista Helga de Alvear, à Folha. Uma das mais importantes galeristas da Espanha, Alvear doou sua coleção de 2.000 peças, entre elas obras dos alemães Gerhard Richter, Sigmar Polke e Anselm Kiefer, à cidade de Cáceres, que está construindo um museu a ser inaugurado em 2010, com projeto dos mesmos arquitetos do Musac.</p>
<p>Galeristas brasileiros também confirmaram bons negócios na feira. Instituições importantes como a Tate, de Londres, e o MoMA, de Nova York, iniciaram a compra de trabalhos de brasileiros, a primeira interessada em Marcelo Cidade, e a segunda, em Cao Guimarães. O Reina Sofía comprou obras de Lygia Pape e o Centro Galego de Arte Contemporânea adquiriu Waldemar Cordeiro, Jac Leirner, José Damasceno e Mauro Restiffe.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/imagens-arco-2008">
    <title>Imagens ARCO 2008</title>
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    <description>UOL</description>
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<p><a href="http://diversao.uol.com.br/album/arco_2008_album.jhtm">http://diversao.uol.com.br/album/arco_2008_album.jhtm</a></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/a-plastico-brasileiro-recebe-premio-na-espanha">
    <title>Artista plástico brasileiro recebe prêmio na Espanha </title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/a-plastico-brasileiro-recebe-premio-na-espanha</link>
    <description>Folha de São Paulo, 15/02/08</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div id="articleBy">
<p>da <b>Efe</b>, em Madri</p>
</div>
<p>O artista plástico brasileiro Matheus Rocha Pitta recebeu nesta sexta-feira (15) o prêmio "Illy de Arte Sostenible" na 27ª edição da Feira Internacional de Arte Contemporânea (Arco) em Madri, na Espanha. O prêmio foi entregue pela primeira vez na Arco, que neste ano tem o Brasil como país convidado.</p>
<p>A obra de Pitta premiada é composta por uma fotografia e um vídeo e denuncia o problema da imigração entre o México e os Estados Unidos por diferentes vias estéticas e processos diversos.</p>
<p>O "Illy de Arte Sostenible" busca oferecer uma oportunidade no mercado aos novos artistas com menos de 35 anos.</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:12Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/comeca-a-arco-feira-de-arte-contemporanea-de-madri">
    <title>Começa a Arco, feira de arte contemporânea de Madri</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/comeca-a-arco-feira-de-arte-contemporanea-de-madri</link>
    <description>O Estado de São Paulo, 13/02/08</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Com Brasil como convidado, MinC investe R$ 2,6 mi em programação de arte nacional na capital espanhola</p>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">Camila Molina, de O Estado de S.Paulo</p>
<p id="ctrl_texto" class="tmTexto">MADRI - A 27ª Arco - Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri, teve nesta quarta-feira, 13, sua primeira inauguração para a imprensa local e internacional e convidados.</p>
</div>
<div id="corpoNoticia">
<p> </p>
<p>Sob o desconforto de notícias veiculadas na imprensa espanhola de que a tradicional feira de arte não aceitou a participação de 26 galerias de seu país - e que também, por esse motivo, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia e os órgãos de Valencia e da Andaluzia não comprariam nenhuma obra na 27ª Arco como protesto -, a diretora do evento, Lourdes Fernández, não quis comentar o assunto.</p>
<p> </p>
<p>Disse que a feira está passando por um momento de transformação (esse ano, inclusive, está abrigada em dois novos pavilhões do Ifema, Parque Ferial de Madri) e que foi difícil deixar tantas galerias (espanholas e estrangeiras) de fora dessa edição, orçada em 8 milhões de euros e que conta com a participação de 295 galerias - para se ter uma idéia, a última Bienal do Mercosul, realizada em Porto Alegre, teve orçamento de R$ 12 milhões e a próxima 28ª Bienal de São Paulo, que ocorrerá este ano, será feita com montante em torno de R$ 9 a 10 milhões.</p>
<p> </p>
<p>Enfim, a Arco é um evento grande, que movimenta uma enorme cifra de dinheiro. Tanto Lourdes quanto o presidente da Ifema - o conjunto de feiras de Madri em que se inclui a Arco -, Fermín Lucas, estão otimistas em relações às vendas de obras de arte que movimentarão a feira, a ser aberta para o público na sexta-feira (dia 15) e que termina no dia 18 - (na quinta-feira, 14, ocorrerá a segunda inauguração, com a presença do rei Juan Carlos I e Dona Sofia e do ministro da cultura Gilberto Gil).</p>
<p> </p>
<p>O próprio Ministério da Cultura brasileiro investiu R$ 2,6 milhões numa programação de arte nacional em Madri, já que o evento principal tem o Brasil como país convidado dessa edição da Arco.</p>
<p> </p>
<p>"As instituições espanholas se interessam muito pela arte concreta e neoconcreta brasileira", afirmou Lourdes, completando que ainda muitos artistas brasileiros contemporâneos são desconhecidos no mercado e que esta é uma oportunidade para se dar mais visibilidade para eles.</p>
<p> </p>
<p>Gil, que chegou atrasado para a coletiva de imprensa geral, mas que falou a tempo com jornalistas que souberam de sua repentina chegada, reforçou que "as feiras existem para aproximar a criação do mercado" e que é papel do MinC "fazer as mediações" entre a cultura e o eixo econômico - essa era uma resposta à pergunta de por que o ministério ter investido dinheiro em uma feira comercial, que, afinal, vai reverter dinheiro para, principalmente, galeristas.</p>
<p> </p>
<p align="center"><strong>Brasil na Espanha</strong></p>
<p> </p>
<p>Os bons resultados do eixo cultura e mercado é uma idéia vigente entre todos os envolvidos nas atividades de fevereiro que incluem o Brasil na Espanha. O crítico Paulo Sergio Duarte, curador, ao lado de Moacir dos Anjos, da mostra oficial brasileira na Arco feita com recursos do MinC e com a participação de 32 galerias, afirmou que se não fosse "essa sinergia positiva" entre a Arco e o Brasil, não seria possível desencadear uma programação paralela de arte brasileira em Madri, como ocorre agora. "É a primeira vez que um artista brasileiro (José Damasceno) faz intervenções próprias em um espaço cultural como o Museu Reina Sofia", diz Duarte, sobre a exposição 'Coordenadas e Aparições', formada por nove obras feitas pelo artista carioca para dialogarem com diferentes lugares do grande museu - suas intervenções sutis e inteligentes ficam abrigadas por espaços públicos do edifício.</p>
<p> </p>
<p>Mas, enfim, a toada é firmar laços cada vez mais fortes com a Espanha, que vem se tornando um importante parceiro financeiro do Brasil no âmbito cultural. Para além do mês de fevereiro, outra ação será a realização, em 2009, não de um chamado Ano da Espanha no Brasil, como anunciou anteriormente e (exageradamente) o MinC, mas um festival com duração menor da arte espanhola em território brasileiro.</p>
<p> </p>
<p>Entre os eventos, estão incluídas, no âmbito dos museus (esse é um braço forte do MinC, com investimento em 2007 de R$ 160 milhões) mostras com obras das importantes instituições espanholas, o Museu do Prado e Reina Sofia, em São Paulo, Rio, Brasília e uma quarta cidade, segundo o diretor do Departamento de Museus do Iphan, José do Nascimento Junior.</p>
<p></p>
<p><strong><em>    </em></strong></p>
<p><strong><em>A repórter viajou a convite do Ministério da Cultura</em></strong></p>
<p></p>
</div>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:11Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/bienal-do-mercosul-em-madri">
    <title>Bienal do Mercosul em Madri</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/bienal-do-mercosul-em-madri</link>
    <description>Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, 13/02/08</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p class="MsoBodyText3">O Diretor-presidente da Fundação Bienal do Mercosul, Justo Werlang está em Madri, capital da Espanha, a convite do Ministério da Cultura para participar da ARCO 2008, <span style="color: black;">uma das mais importantes feiras de arte contemporânea do mundo. </span>Werlang integra uma comitiva de gestores de instituições de arte contemporânea brasileiras, que vai visitar a feira e outras instituições artísticas. </p>
<p class="MsoBodyText3"><span style="color: black;">O Brasil é este ano o país homenageado da ARCO, que está na sua 27ª edição. O evento é um dos pontos de confluência de maior destaque do roteiro de feiras internacionais freqüentadas por colecionadores europeus, norte-americanos, asiáticos e latino-americanos. Nesta edição comparecem representantes de 295 galerias de 34 países.</span></p>
<p class="MsoBodyText3"><span style="color: black;">O Ministério da Cultura é responsável pela participação do Brasil como país convidado do evento, tendo como curadores responsáveis pela escolha dos 108 artistas brasileiros, Moacir dos Anjos (que foi co-curador da mostra Conversas na 6ª Bienal do Mercosul) e Paulo Sergio Duarte (curador da 5ª Bienal do Mercosul). </span></p>
<div>
<h3><span>Para referência</span><span></span></h3>
</div>
<p>Criada em 1996, a <b>Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul,</b> com sede em Porto Alegre/RS, é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, dedicada à preparação e à realização das mostras e eventos que constituem as Bienais do Mercosul. A Bienal do Mercosul é reconhecida como o maior conjunto de eventos dedicados à arte latino-americana no mundo.</p>
<p>Em doze anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou <b>seis</b> edições da mostra de artes visuais, somando <b>399 </b>dias de exposições abertas ao público, <b>50 </b>diferentes exposições, <b>3.616.556</b> visitas, acesso totalmente franqueado, <b>919.723</b><span style="color: red;"> </span>agendamentos escolares, <b>165.229</b> m² de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, <b>3.131</b> obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e <b>16<span style="color: red;"> </span></b>obras monumentais deixadas para a cidade, <b>128</b> patrocinadores e apoiadores ao longo da história,<span> </span>participação de <b>923</b> artistas, <span>mais de <b>mil</b> </span>empregos diretos e indiretos gerados por edição, além de seminários, palestras, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para <b>1.048</b> jovens. A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma <b>voluntária</b>.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-02-13T19:06:20Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/em-madri-gilberto-gil-diz-que-brasil-e-uma-potencia-doce">
    <title>Em Madri, Gilberto Gil diz que Brasil é 'uma potência doce'</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/em-madri-gilberto-gil-diz-que-brasil-e-uma-potencia-doce</link>
    <description>O Estado de São Paulo, 13/02/08</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Na Feira do Arco, ministro afirma que 'arte feita no Brasil é cada vez mais apreciada como valor de mercado'</p>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">Ansa</p>
</div>
<div>MADRI - O ministro da Cultura, Gilberto Gil, afirmou nesta quarta-feira, 12, durante sua visita à Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri (Arco), que o Brasil é "uma potência doce" de cultura. Este ano, a Feira, que teve abertura nesta quarta, é dedicada ao Brasil.</div>
<div>       </div>
<div></div>
<div>O ministro afirmou que "isso se deve a diversidade étnica do Brasil, sua grande dimensão territorial, seu protagonismo na Ibero-américa e sua inserção mundial".</div>
<div>         </div>
<div></div>
<p>"A arte contemporânea que é feita no Brasil é cada vez mais apreciada como cultura e como valor de mercado, e ao governo brasileiro interessa muito ter um papel de colaboração e de ajuda para fomentar o desenvolvimento dos processos dessa cultura", disse Gil.</p>
<p>Nesse sentido, Gilberto Gil destacou que "a dimensão econômica da cultura é irrecusável".</p>
<p>A Feira, que se encerrará na próxima segunda, conta com 295 galerias de 34 países.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:11Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/brasil-e-homenageado-na-feira-de-arte-contemporanea-de-madri">
    <title>Brasil é homenageado na Feira de Arte Contemporânea de Madri </title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/brasil-e-homenageado-na-feira-de-arte-contemporanea-de-madri</link>
    <description>O Estado de São Paulo, 13/02/08</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>Arco 2008 reúne 295 galerias; Moacir dos Anjos, curador da feira, diz querer mostrar a pluralidade brasileira</p>
<div class="grupoC2">
<p class="fonte">Anelise Infante, da BBC</p>
<p id="ctrl_texto" class="tmTexto">MADRI - A Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri (Arco), uma das maiores feiras de arte contemporânea do mundo, inaugura nesta quarta-feira, 13, sua 27.ª edição, tendo o Brasil como convidado de honra, com obras de 32 galerias. Este ano, a Feira conta com a participação de 295 galerias internacionais e a expectativa é superar o recorde do ano passado de 200 mil visitantes.</p>
</div>
<div id="corpoNoticia">
<p style="text-align: left;"><br />"Esperamos que tenha muito sucesso, entre outras coisas graças ao Brasil, um país emergente com uma criatividade à flor da pele e capaz de atrair colecionadores e representantes de museus", disse a diretora da Arco, Lourdes Fernández. <br /><br />O Brasil participará com 32 galerias e 128 artistas com pinturas, esculturas, fotografias, instalações e perfomances - que são a novidade desta edição, com um pavilhão próprio, o <em>Performing Arco</em>. <br /><br />A homenagem acontecerá também em outros espaços culturais da cidade, com programas de exposições e ciclos de filmes e shows brasileiros. A maior parte dos eventos será realizada no Museu de Arte Contemporânea Rainha Sofia.</p>
<p style="text-align: center;"><br /><br /><strong>Pluralidade</strong></p>
<p style="text-align: left;"><br /><br />O curador convidado da Arco 2008, o brasileiro Moacir dos Anjos (um dos responsáveis por escolher o conteúdo do Brasil para a feira) disse que o objetivo é mostrar a arte da realidade das ruas. <br /><br />"Não quisemos mostrar uma idéia folclórica, nem usar os velhos clichês: as cores, a alegria ou a sensualidade." <br /><br />"O nosso país é frágil, é violento, com desigualdades enormes, onde as coisas estão ainda meio por fazer. É isso o que aparece na arte. É a realidade do dia-a-dia das nossas ruas", afirmou. <br /><br />A seleção das 32 galerias que representam o Brasil na Arco provocou polêmica entre os expositores brasileiros. A galerista paulista Marcia Fortes, da Galeria Fortes Vilaça, que foi selecionada neste ano e já participou de outras edições da feira, afirma que "o critério é discutível porque no Brasil não há mais de 20 galerias realmente professionais". <br /><br />O curador Moacir dos Anjos respondeu que a seleção teve o aval do Ministério de Cultura (do Brasil) e foi feita por padrões de "diversidade geográfica, etária e de estilos porque queremos levar a pluralidade da arte brasileira a Madri". <br /><br />A galeria Leme, de São Paulo, é uma das que se apresentam como alternativas. O ateliê da galeria também serve de abrigo a artistas de outras cidades. <br /><br />Eles dormem, comem e trabalham no mesmo espaço. Na galeria, que fica em frente, têm suas peças exportas e vendidas. <br /><br />"Minha galeria é uma extensão da minha casa. Só coleciono artistas que conheço e quando vou às feiras, eles vêm comigo", disse o galerista Eduardo Leme. <br /><br />A Arco 2008 terá obras de 34 países que incluem trabalhos de artistas consagrados como Picasso, Dali e Miró, mas também jovens talentos desconhecidos dos cinco continentes. <br /><br />A Feira permanecerá aberta até o próximo dia 18. Entre as novidades desta edição haverá projetos únicos, elaborados exclusivamente para a feira, de artistas do Reino Unido, França, Canadá, Turquia, Japão, México, Costa Rica, Finlândia, Estados Unidos, Espanha e Brasil.</p>
</div>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:11Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/feira-de-arte-em-madri-tem-brasil-como-convidado">
    <title>Feira de arte em Madri tem Brasil como convidado</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/feira-de-arte-em-madri-tem-brasil-como-convidado</link>
    <description>O Estado de São Paulo, 13/02/08</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p class="fonte">REUTERS</p>
<p id="ctrl_texto" class="tmTexto">MADRI - A Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri (Arco) inaugura nesta quarta-feira sua 27a edição, tendo o Brasil como convidado de honra, com obras de 32 galerias. <br /><br />Montada num espaço novo, e depois de uma reorganização estrutural que ficou a cargo do arquiteto Juan Herreros, a Arco abrirá suas portas a donos de galerias, artistas e compradores, até 18 de fevereiro. <br /><br />Além de obras pertencentes a 224 galerias, poderá ser vista este ano uma seleção de trabalhos feita por uma equipe de curadores internacionais, com trabalhos de criação mais recentes e, pela primeira vez, um espaço para a arte viva. <br /><br />Além das obras de Vik Muniz, Eduardo Kac, Rosângela Rennó e Leonora de Barros, haverá uma série de exposições, ciclos de cinema e concertos em diversos museus e salas da capital espanhola, incluindo a instalação "Damasceno", que poderá ser vista no Museu Rainha Sofia. <br /><br />Como indica sua página na Web, a feira quer repetir o sucesso comercial do ano passado, depois de ouvir o relatório mais recente da empresa de análises Artprice, segundo o qual a Espanha está entre os dez primeiros países do mundo no que diz respeito a leilões de arte contemporânea.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/artistas-brasileiros-expoem-obras-em-centro-cultural-de-madri">
    <title>Artistas brasileiros expõem obras em centro cultural de Madri </title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/artistas-brasileiros-expoem-obras-em-centro-cultural-de-madri</link>
    <description>Folha de S.Paulo, 12/02/2008</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div id="articleBy">
<p>da <b>Efe</b>, em Madri</p>
</div>
<p>Os artistas Lucia Koch e Marcelo Cidade mostram sua percepção e interpretação do mundo em trabalhos expostos em um centro cultural de Madri, cidade que abriga a partir de amanhã a Feira de Arte Contemporânea (Arco), que tem o Brasil como país convidado.</p>
<p>Koch e Cidade fizeram intervenções nas instalações de "La Casa Encendida" (A Casa Acesa) de Madri, centro de arte vanguardista, nas quais jogam com a percepção da luz e a relação entre espaço público e privado.</p>
<p>Por ocasião do convite do Brasil à Feira, "La Casa Encendida" exibe a partir de hoje o trabalho que Koch fez na entrada do prédio e na cobertura do pátio tendo a luz como protagonista.</p>
<p>Com esta obra, Lucia Koch pretende, conforme afirmou hoje na apresentação do trabalho, "multiplicar" os efeitos da luz natural no edifício, de modo que o ambiente recriado se assemelhe a um amanhecer, com a gama dos azuis e os brancos, ou a iluminação de um entardecer, quando a cor usada é o laranja.</p>
<p>Marcelo Cidade trabalhou no terraço do centro cultural onde disponibilizou uma escultura interativa feita com portas de metal típicas dos mercados urbanos decoradas com grafites, assim a idéia de espaço público se mistura com a de local privado.</p>
<p>"La Casa Encendida" exibirá também a partir de hoje e até dia 14 os melhores trabalhos audiovisuais do artista Cao Guimarães.</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/arco-2008-enfrenta-boicote-da-espanha">
    <title>Arco 2008 enfrenta boicote da Espanha </title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/arco-2008-enfrenta-boicote-da-espanha</link>
    <description>Folha de S.Paulo, 11/02/2008</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div id="articleBy">
<p><b>FABIO CYPRIANO</b><br />da <b>Folha de S.Paulo</b></p>
</div>
<p>Há dois anos como diretora da Arco, Lourdes Fernandez pode enfrentar um boicote nesta edição da feira de arte espanhola, o que pode atrapalhar sua missão em recuperar o prestígio do evento.</p>
<p>Segundo a revista "El Cultural", do jornal "El Mundo", várias galerias espanholas não foram aceitas para a Arco e foram reclamar no Ministério de Cultura. Como resultado, o diretor-geral de Belas Artes, José Jiménez, anunciou que o governo, ou seja, o Museu Reina Sofía, a Junta da Andaluzia e a Comunidade Valenciana não irão comprar na feira, o que representa uma perda de cerca de 4 milhões (R$ 10 milhões), quase quatro vezes todo o investimento do Brasil nesta edição da Arco.</p>
<p><b>Nova fase</b></p>
<p>Segundo o galerista Ricardo Trevisan, "mesmo que a Arco seja uma espécie de bienal para os espanhóis, com o sucesso recente de feiras como a Frieze, em Londres, e da Basel Miami Beach, notou-se a redução de importantes colecionadores particulares e a conseqüente saída de várias galerias. Lourdes Fernandez representa uma fase de renovação para a Arco, e ela está copiando o que deu certo nessas outras feiras, como seus eventos paralelos e estandes VIPs".</p>
<p>"Penso que consegui ampliar a qualidade da feira e torná-la ainda mais atraente para as galerias, como uma resposta aos novos desafios do panorama de feiras internacionais. Um bom exemplo disso são os 543 pedidos de admissão recebidos para a edição deste ano, o que representa um aumento de aproximadamente 20% em relação aos recebidos no ano anterior", diz Fernandez. Em 50 mil m2, estarão espalhadas 295 galerias de todo o mundo, sendo 222 estrangeiras e 73 espanholas.</p>
<p>Para a diretora, a escolha do Brasil ocorreu pois "a América Latina sempre foi um dos objetivos-chave de projeção da Arco". No ano passado, Fernandez esteve no país para realizar contatos: "Embora eu já conhecesse a diversidade e a força deste mercado, pude constatar a ebulição que ele está vivendo, sobretudo com os criadores brasileiros. Encontrei uma arte radical, surpreendente e mestiça, que vai além dos estereótipos folclóricos que se costumam ter na Europa em relação à arte ibero-americana".</p>
<p>Quanto aos problemas com seleção, não é só a Arco que enfrenta polêmicas. Para o pavilhão brasileiro, a cargo de Moacir dos Anjos e Paulo Sergio Duarte, foram selecionadas 32 galerias, menos a que há mais tempo participa da Arco, do marchand Thomas Cohn, que, no entanto, irá ter estande próprio na feira. No final do ano passado, numa reunião entre os curadores e galeristas, a ausência de Cohn causou constrangimento, segundo a <b>Folha</b> apurou</p>
<p></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/artistas-brasileiros-participam-de-feira-de-arte-espanhola">
    <title>Artistas brasileiros participam de feira de arte espanhola</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/artistas-brasileiros-participam-de-feira-de-arte-espanhola</link>
    <description>Folha de S.Paulo, 11/02/2008</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div id="articleBy">
<p><b>FABIO CYPRIANO</b><br />da <b>Folha de S.Paulo</b></p>
</div>
<p>Com um substancial aporte do governo brasileiro, em cerca de R$ 2,6 milhões, mais de cem artistas brasileiros participam da feira de arte espanhola Arco, em Madri, a partir da próxima quarta, e ainda ocupam alguns dos principais museus da capital espanhola.</p>
<p>Em sua 27ª edição, a Arco tem o Brasil como convidado, iniciativa que ocorre no evento desde 1994. "Esse tem sido um elemento-chave na estratégia de internacionalização da feira, dirigido a impulsionar a participação das galerias estrangeiras, ao mesmo tempo em que abre ao público a oportunidade de conhecer um panorama artístico contemporâneo de diferentes países", disse Lourdes Fernandez, diretora da Arco, à <b>Folha</b>, por e-mail.</p>
<p>A participação brasileira começou a ser negociada, em 2004, pelo ministro da Cultura, Gilberto Gil, que irá inaugurar a feira com os reis da Espanha. "Esta é a maior concentração de artistas numa ação do governo, que não visa apenas um evento mas uma política de artes visuais", afirma o diretor do Departamento de Museus do Ministério da Cultura (MinC), José do Nascimento Júnior.</p>
<p>Estranho que tal ação seja numa feira comercial? "O princípio não foi o de mercado e, sim, o de apoiar artistas contemporâneos brasileiros no estabelecimento de relação mais clara com as galerias. Não podemos desconhecer o fato de que a cultura representa, hoje, aproximadamente 8% do PIB nacional", conta Paulo Brum, coordenador da Arco no MinC.</p>
<p>A participação oficial brasileira terá como evento principal uma exposição com curadoria de Paulo Sergio Duarte e Moacir dos Anjos, que ocupará uma área de 1.000 m2 na Arco, reunindo 108 artistas brasileiros de 32 galerias do país. O MinC está bancando ainda a programação de mostras paralelas.</p>
<p><b>Críticas</b></p>
<p>A ação direta do governo tem gerado não só apoio dos galeristas, mas também críticas.</p>
<p>"É fato que nunca houve tanto incentivo, mas é preciso desburocratizar", diz Luisa Strina, que há 20 anos participa de feiras de arte no exterior.</p>
<p>Entre as dificuldades elencadas pela galerista, está a impossibilidade de dar descontos na venda das obras. "Passamos os valores para o governo, por conta do seguro das obras, e não vamos poder mudar os preços. Isso é um absurdo, pois é prática comum dar desconto para museus e colecionadores importantes", afirma.</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-12-01T10:17:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/ministerio-da-cultura-cria-site-com-informacoes-sobre-a-participacao-brasileira-na-arco">
    <title>Ministério da Cultura cria site com informações sobre a participação brasileira na ARCO</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/ministerio-da-cultura-cria-site-com-informacoes-sobre-a-participacao-brasileira-na-arco</link>
    <description>Secretaria de Políticas Culturais, Ministério da Cultura
</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p align="justify"><strong>Arco 2008</strong></p>
<h4 align="justify">Ministério da Cultura cria site com informações sobre a participação brasileira na ARCO</h4>
<p align="justify">O Brasil será homenageado em uma das mais importantes feiras de arte contemporânea do mundo, a <strong>Arco 2008</strong>. Realizada há 26 anos, na cidade de Madri, a feira é voltada para a apresentação e o comércio da produção artística na área das artes visuais e ocorrerá entre os dias 13 e 18 de fevereiro.<br />A Arco funciona como um ponto de encontro de colecionadores europeus, norte-americanos, asiáticos e ibero-americanos atraídos pela alta qualidade das galerias e pelo dinamismo do mercado das artes. O sucesso de vendas registrado na última edição do evento e o crescimento exponencial do mercado da arte na Espanha e no mundo suscitam o interesse de donos de galerias e compradores internacionais, gerando expectativas excepcionais para a edição de 2008. Ao todo serão representadas 257 galerias de 34 países.<br />Logo após ser formalizada a proposta de homenagem por parte da organização da <em>27ª Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri</em>, o Ministério da Cultura criou um Grupo de Trabalho para definir como seria a participação brasileira no evento. O grupo elegeu os curadores Moacir dos Anjos e Paulo Sergio Duarte como responsáveis pela seleção dos artistas participantes. O processo, que selecionou 108 artistas, foi baseado em uma criteriosa lista de pré-requisitos que levou em conta a valorização da diversidade cultural e regional brasileira, dentre outros aspectos. A Arco 2008 reunirá o maior número de artistas brasileiros visuais contemporâneos vivos em toda a história do país.<br />O ministro da Cultura, Gilberto Gil, considera a presença do Brasil como país convidado uma celebração à produção visual brasileira pois permitirá o conhecimento de seus múltiplos valores. “Uma tradução cultural para o contexto de Madri daquilo que atualmente é desafio no campo estético brasileiro, mostrando respostas artísticas arejadas que diferenciam-se no sistema global”, afirma.<br />Com objetivo de otimizar a visibilidade da arte brasileira durante o período da Feira Internacional, o MinC firmou parceria com instituições culturais em Madri para desenvolver uma série de projetos paralelos como mostras, debates, atividades culturais e publicações.<br /><strong><br /><strong>Site brasileiro da Arco 2008</strong></strong><br />A participação do Brasil na programação oficial e nas atividades paralelas à Arco 2008 já pode ser acompanhada diariamente no <em>site </em><a href="http://www.cultura.gov.br/brasil_arte_contemporanea">www.cultura.gov.br/brasil_arte_contemporanea</a>.<br />A página apresenta informações detalhadas sobre os artistas brasileiros representados na Feira, fotos de suas obras e um calendário completo das atividades.<br />O internauta também pode acompanhar as principais notícias sobre a Arco veiculadas na imprensa brasileira, além de publicações <em>on-line</em> sobre arte contemporânea e artigos relacionados à Economia da Cultura.<br />   </p>
<p align="justify">Secretaria de Políticas Culturais <br />Ministério da Cultura <br /></p>
<p align="justify"></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Leonardo Assis</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-02-13T18:06:26Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/minc-apresenta-na-arco-2008-a-maior-mostra-internacional-das-artes-visuais-do-brasil">
    <title>MinC apresenta na 'Arco 2008' a maior mostra internacional das artes visuais do Brasil</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/minc-apresenta-na-arco-2008-a-maior-mostra-internacional-das-artes-visuais-do-brasil</link>
    <description>27ª Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri - Arco 2008</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<h2>Mais de 150 artistas e de 30 galerias, e lançamento pelo 
Ministério da Cultura brasileiro da política pública para a economia das artes 
visuais</h2>
<br /><br />
<p>De 13 a 18 de fevereiro, na Espanha, a <strong>Arco 
2008</strong> - uma das mais importantes feiras de arte contemporânea no 
circuito internacional - terá o Brasil como país homenageado. O Ministério da 
Cultura brasileiro destinou R$ 2,6 milhões para a realização de uma série de 
atividades como exposições, performances, mostras de vídeo-arte e filmes, 
mesas-redondas, participação de revistas, lançamento de livros, dentre outras. 
As mostras oficial e paralelas reunirão trabalhos de mais de 150 artistas 
contemporâneos, numa das maiores apresentações da produção de artes visuais 
brasileiras fora do território nacional.</p>
<p>A solenidade de abertura de gala da <strong><em>27ª Feira 
Internacional de Arte Contemporânea de Madri</em></strong>, a Arco 2008, será 
realizada no dia 14 de fevereiro, com as presenças do Rei Juan Carlos e da 
Rainha Sofia, e a participação dos ministros da Cultura da Espanha e do Brasil, 
Cesar Antonio Molina e Gilberto Gil, respectivamente.</p>
<p>“A presença do Brasil na Arco é o primeiro passo de uma política 
de Estado para o desenvolvimento do setor e a otimização de sua projeção 
internacional, abrindo espaço para consumar as diretrizes de economia da cultura 
e diversidade cultural. A Mostra Nacional não será uma ação pontual restrita a 
exposições. Durante a feira, apresentaremos estratégias e construiremos relações 
para reforçar o conjunto da cadeia produtiva das artes visuais do país”, 
ressalta o ministro Gil.</p>
<p>Entre as estratégias do governo, estão ações de estímulo e 
sensibilização de investidores e compradores, que contribuirão para maior 
inserção do Brasil no mercado internacional, além de ações para dar novo fôlego 
ao mercado interno. O ministro Gilberto Gil destaca algumas das iniciativas a 
serem desenvolvidas.</p>
<p>“Na Arco, começaremos a sistematizar uma inteligência sobre o 
funcionamento do setor que nos dê modelos de regulação e indução dos múltiplos 
componentes dessa economia. Ainda no primeiro semestre deste ano, faremos no 
Brasil ampla discussão com todo o segmento para formulação de políticas 
públicas. Esse esforço dá continuidade à articulação que temos feito com os 
artistas brasileiros desde 2004, quando criamos as Câmaras 
Setoriais.”</p>
<p>A participação brasileira na <strong>Arco 2008</strong> está sob 
a coordenação do Ministério da Cultura, com suporte institucional da Fundação 
Athos Bulcão, responsável pela execução do projeto desenvolvido pelos curadores 
Paulo Sérgio Duarte e Moacir dos Anjos. Para os projetos específicos, foram 
convidados os curadores Solange Farkas, Adolfo Montejos Navas e Glória 
Ferreira.</p>
<p>“Com mais de uma dezena de mostras e intervenções, a 
participação do Brasil na Arco é a maior manifestação já registrada da produção 
contemporânea brasileira, marcando a consistência das artes visuais, que têm 
alavancado iniciativas em vários países da Europa”, destaca Paulo Brum, 
coordenador da Arco no Ministério da Cultura. “A conceituação dos eventos por 
especialistas de renome internacional foi pensada para dar uma repercussão 
duradoura aos projetos ali desenvolvidos. Procuramos estabelecer um ambiente 
reflexivo e crítico para a melhor visibilidade da arte feita no Brasil atual”, 
completa Afonso Luz, assessor do MinC, responsável pela conceituação da política 
cultural brasileira na Espanha.</p>
<p>Em parceria com o Ministério da Cultura, o Banco do Brasil, 
patrocinador oficial da participação brasileira no evento, projetou um estande 
para divulgar na Feira o que há de mais importante no agenciamento cultural no 
país. Serão apresentadas instituições, centros culturais, editoras, sites e 
revistas voltadas à internacionalização da área. O Banco ainda publica, sob a 
coordenação do MinC, a <em>Revista Brasil Arte Contemporânea</em>, que retrata a 
produção brasileira e as reflexões do país sobre o tema. O título da publicação 
dá nome ao programa de exportação que vem sendo desenvolvido com a Agência 
Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e o 
Ministério das Relações Exteriores, executado pela Fundação Bienal de São Paulo, 
com ações no calendário das principais feiras internacionais, como Art Basel, 
Frieze e Arco.</p>
<p>Outra ação importante do BB, em parceria com o MinC, se dará no 
dia da abertura da feira, quando o ministro Gilberto Gil e diretores do Banco 
doarão exemplares da série composta por seis obras do álbum comemorativo da 
participação do Brasil na Arco às dez instituições espanholas que mais 
investirem em obras brasileiras em seus acervos. Os múltiplos que formam o álbum 
serão assinadas por seis destacados artistas que participam dos projetos 
brasileiros na Espanha, cada trabalho terá uma série de 200 exemplares em 
comemoração ao aniversário do Banco do Brasil. Esse álbum também será doado pelo 
MinC a todos os estados do país, que receberão a documentação completa do 
evento. A iniciativa vai garantir ao público brasileiro o acompanhamento do que 
acontecerá em Madri.</p>
<p><strong>O Brasil na Arco</strong></p>
<p>O espaço expositivo dedicado aos trabalhos artísticos ocupará 
uma área de 1.000 m² no <strong>Pavilhão 14</strong>, reunindo 108 brasileiros, 
representados por 32 galerias, em organização espacial projetada pela arquiteta 
Marta Bogéa. Esse número expressivo de artistas dará no espaço da feira uma 
mostra do que há de mais instigante na atual cena estética brasileira. Além do 
contato com obras, o público poderá acompanhar o pensamento crítico brasileiro 
que se desdobra em conferências de Laymert Garcia dos Santos, Luis Camilo 
Osório, Marisa Mokarzel e Aganldo Farias.</p>
<p>O método de escolha dos curadores inverteu a lógica comercial de 
uma feira como a Arco, que reúne galerias do mundo todo. O processo de seleção 
priorizou os artistas e não as galerias. Entre os critérios utilizados, foram 
contemplados os artistas que vivem e trabalham no Brasil e retirados todos os 
que já participam de outras mostras em Madri. Ao todo, foram selecionados 108 
artistas, os que não tinham representação foram absorvidos por algumas galerias. 
“Este método permitiu que a representação brasileira tivesse uma abrangência 
muito maior, refletindo a diversidade do país, não apenas do ponto de vista 
geográfico, como de geração, com artistas novos e maduros, e, finalmente, de 
meios de expressão, com pintura, desenho, escultura, fotografia, vídeo, 
instalação e performance”, afirma Moacir dos Anjos.</p>
<p>Para o curador Paulo Sérgio Duarte, “o Brasil tem um corpo de 
artistas contemporâneos que dialoga de igual para igual com o que existe de 
melhor no mundo e, muitas vezes, indica os caminhos. Por isso partimos da 
escolha de artistas, o que foi importante”. Segundo Duarte, a presença na Arco 
2008, como em qualquer feira, tende a focar os trabalhos de fácil 
comercialização. “As grandes instalações e/ou esculturas, nas quais artistas 
como Cildo Meireles, Iole de Freitas, José Resende e Tunga, por exemplo, são 
mestres, não podem estar presentes com esse gênero de trabalho no espaço de uma 
feira. Ainda assim, teremos nas exposições paralelas manifestações importantes 
como as instalações de Carmela Gross e Fernanda Gomes, no Matadero, e Lúcia 
Koch, na Casa Encendida, junto com os vídeos de Cao Guimarães”, informa Duarte. 
“Existe ainda a presença de José Damasceno, no Reina Sofia - num trabalho 
inédito para o museu: pela primeira vez um artista faz intervenções em seus 
espaços, como Miguel Rio Branco, na Casa de Las Américas. Também há todo o 
Panorama 2007, com a curadoria de Moacir dos Anjos, no Alcalá 31. Não é pouco. 
Quem tem olho verá”, acrescenta.</p>
<p>“A Arco 2008 é uma oportunidade não apenas de divulgar a 
produção contemporânea em artes visuais do país, mas também de apresentá-la 
livre de clichês ou de idéias pré-concebidas”, afirma Paulo Sérgio Duarte. 
“Temos muito a aprender com a Espanha, que é um dos poucos países do Ocidente 
que pode escrever a história da arte com sua própria arte. Isto já bastaria para 
justificar um trabalho sistemático de intercâmbio bem planejado.”</p>
<p>No <em><strong>Pavilhão Brasil</strong></em> (Pavilhão 14), 
estarão artistas de diversas gerações e contextos brasileiros. Saiba 
mais:</p>
<ul><li><a title="Biografia dos artistas participantes da ARCO 2008" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/02/biografias.pdf" target="_blank">Biografia dos artistas participantes da Arco 
  2008</a> 
  </li><li><a title="Galeria dos Eventos" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/02/galerias.pdf" target="_blank">Galerias representadas na Arco 2008</a> 
  </li><li><a title="Programação oficial do Brasil na ARCO 2008" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/02/calendario-dos-eventos.pdf" target="_blank">Programação oficial do Brasil na Arco 
  2008</a> 
  </li><li><a title="Agenda do Ministro em Madri" href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2008/02/agenda-ministro.pdf" target="_blank">Agenda do Ministro da Cultura em Madri</a> </li></ul>
<p>Informações sobre a <strong>Arco 2008</strong>: <a href="http://www.ifema.es/ferias/arco/default.html" target="_blank">www.ifema.es/ferias/arco/default.html</a> e <a href="http://www.cultura.gov.br/brasil_arte_contemporanea" target="_blank">www.cultura.gov.br/brasil_arte_contemporanea</a>.</p>
<p>Informações à imprensa: (21) 2286-7926 e 3285-8687; 
<a href="mailto:claudia@cwea.com.br" target="_blank">claudia@cwea.com.br</a> e <a href="mailto:beatriz@cwea.com.br" target="_blank">beatriz@cwea.com.br</a>, com Claudia Noronha e Beatriz 
Caillaux, da CW&amp;A Comunicação.</p>
<p></p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinicius Spricigo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-02-13T11:39:23Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/arco-2008-tem-108-artistas-do-brasil">
    <title>Arco 2008 tem 108 artistas do Brasil</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/arco-2008-tem-108-artistas-do-brasil</link>
    <description>O Estado de S. Paulo, Da Redação, 10/01/2008</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p align="center"><em><strong>Ministério da Cultura investe R$ 2,6 milhões em delegação nacional que irá à mostra espanhola, e que terá ainda 32 galerias</strong></em></p>
<p>Será conhecida hoje em Madri, na cerimônia de apresentação da feira
Arco 2008, a representação brasileira no tradicional evento espanhol.
Além de 32 galerias (14 de São Paulo, 10 do Rio, 3 de Belo Horizonte, 2
do Recife, 1 de Salvador, 1 de Curitiba e 1 de Porto Alegre), terão
obras na exposição 108 artistas brasileiros.</p>
<p>O Ministério da Cultura (MinC) destinou R$ 2,6 milhões para a
organização da representação do Brasil, país que é homenageado este ano
pela feira. A curadoria nacional foi feita por Paulo Sergio Duarte e
Moacir dos Anjos e, segundo Cláudia Noronha, assessora de Imprensa do
projeto, as escolhas foram desta vez norteadas por critérios artísticos
mais que comerciais - a Arco é uma feira comercial. Primeiro,
escolheram-se os artistas, e depois as galerias. Alguns nomes
selecionados não tinham nem sequer galeria, e foram incorporados pelas
galerias que foram escolhidas.</p>
<p>A representação nacional na mostra principal ocupará um andar
inteiro da feira, com uma área de mil metros quadrados. A realização é
do Ministério da Cultura em parceria com a Fundação Athos Bulcão. Na
coletiva hoje, em Madri, deverão estar presentes o coordenador-geral da
Arco 2008 no MinC, Paulo Brum, a secretária-executiva da Fundação Athos
Bulcão, Valéria Maria Lopes Cabral, e o curador Paulo Sérgio Duarte.</p>
<p>Segundo Marcelo Coutinho, comissário internacional do MinC, que
coordena no ministério as ações internacionais, os recursos para a
comissão brasileira poderão ser aumentados, dependendo da dinâmica das
mostras, até o início da feira, de 13 a 18 de fevereiro.</p>
<p>‘Tentando maximizar os ganhos para o País, fizemos parcerias com
instituições internacionais sediadas em Madri, como El Matadero, para
levar exposições para esses locais também. Essas mostras paralelas vão
se estender até mais ou menos abril, extrapolando o período da Arco.
Será uma boa ocasião para ampliar o leque de inserção das artes visuais
e filmes brasileiros na Espanha. Nesse período, o Brasil estará no
centro das principais ações culturais de Madri’, disse Coutinho.</p>
<p>Tradicionalmente, a Bienal de São Paulo é quem mediava essa escolha
das representações nacionais, e selecionava as galerias - que, por sua
vez, definiam os artistas que levariam às feiras. ‘Não houve inclusão
nem exclusão da Bienal de São Paulo. É que, como o Brasil é o país
homenageado este ano, o MinC tomou a frente’, disse Coutinho. ‘A Bienal
continua sendo o fórum de difusão das artes brasileiras no exterior’,
afirmou.</p>
<p>Segundo nota da assessoria do projeto, o curador Moacir dos Anjos
disse ter gostado do resultado do processo de seleção da Arco, com os
artistas tendo prioridade, à frente das galerias. ‘Este método permitiu
que a representação brasileira tivesse uma abrangência muito maior,
refletindo a diversidade do País, não apenas do ponto de vista
geográfico, como de geração, com artistas novos e maduros, e,
finalmente, de meios de expressão, com pintura, desenho, escultura,
fotografia, vídeo, instalação e performance.’</p>
<p>As galerias representadas são as seguintes: São Paulo (André Millan,
Baró Cruz, Brito Cimino, Fortes Vilaça, Leme, Luisa Strina, Marília
Razuk, Nara Roesler, Oeste, Raquel Arnaud, Triângulo, Valu Oria,
Vermelho e Virgílio), Rio (Anna Maria Niemeyer, Anita Schwartz, Box 4,
Sílvia Cintra, A Gentil Carioca, H.A.P, Laura Marsiaj, Lurixs, Mercedes
Viegas e Novembro), Belo Horizonte (Celma Albuquerque, Leo Bahia e
Manuel Macedo), Recife (Amparo 60 e Mariana Moura), Salvador (Paulo
Darzé Galeria de Arte), Curitiba (Ybakatu), e Porto Alegre (Bolsa de
Arte de Porto Alegre).</p>
<p><strong>Todos os artistas</strong></p>
<p>Abraham Palatnik, Adrianne Galinari, Afonso Tostes, Albano Afonso,
Alex Cabral, Alexandre da Cunha, Ana Holck, Ana Muglia, Angelo Venosa,
Anna Geiger, Anna Maiolino, Antonio Manuel, Artur Barrio, Artur
Lescher, Barrão, Cabelo, Caetano de Almeida, Caetano Dias, Caio
Reisewitz, Carlito Carvalhosa, Carlos Contente, Carlos Fajardo, Carlos
Melo, Carlos Pasquetti, Carlos Vergara, Carlos Zilio, Carmela Gross,
Chiara Banfi, Cinthia Marcelle, Daisy Xavier, Daniel Feingold, Daniel
Senise, Debora Santiago, Delson Uchoa, Dudi Rosa, Eduardo Coimbra,
Eduardo Frota, Eduardo Kac, Efrain Almeida, Elaine Tedesco, Elida
Tessler, Elizabeth Jobim, Emmanuel Nassar, Ernesto Neto, Fabiano
Gonper, Felipe Barbosa, Franklin Cassaro, Gabriela Machado, Gastão
Henrique, Gil Vicente, Hilal Sami Hilal, Hildebrando de Castro, Iole de
Freitas, Jac Leirner, Jarbas Lopes, José Bechara, José Bento, José
Patrício, José Resende, José Rufino, Katie van Scherpenberg, Laura
Belém, Laura Erber, Laura Lima, Laura Vinci, Lenora de Barros, Lia
Chaia, Lucia Laguna, Luiz Braga, Luiz Zerbini, Marcelo Moscheta,
Marcelo Silveira, Marcelo Sola, Marcius Galan, Marco Rolla, Marcone
Moreira, Maria Klabin, Mariana Manhães, Marilá Dardot, Mario Cravo
Neto, Matheus Pitta, Mauro Piva, Mauro Restiffe, Miguel Rio Branco,
Milton Marques, Nelson Leirner, Niura Belavinha, Nuno Ramos, Paulo
Bruscky, Paulo Jares, Paulo Pasta, Paulo Meira, Raul Mourão, Roberto
Magalhães, Rochelle Costi, Rodrigo Andrade, Rodrigo Braga, Saint-Clair
Cemin, Sandra Cinto, Sara Ramo, Suzana Queiroga, Thiago Pitta, Tunga,
Vânia Mignone, Vera Barcellos, Victor Arruda, Waltercio Caldas e Yiftah
Peled.</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinicius Spricigo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-02-07T20:27:19Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/arco-2008-celebra-o-brasil">
    <title>Arco 2008 celebra o Brasil</title>
    <link>https://www.forumpermanente.org/event_pres/exposicoes/arte-contemporaneo-arco/noticias/arco-2008-celebra-o-brasil</link>
    <description>Correio Braziliense - DF, Nahima Maciel, 11/01/2008</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p align="center"><em><strong>O destino de quem quiser conhecer o mais fresco da produção artística brasileira neste ano é Madri</strong></em></p>
<p><br /></p>
<p>Depois do livro em Frankfurt e da miscelânea cultural na França,
agora é a vez das artes plásticas. O destino de quem quiser conhecer o
mais fresco da produção artística brasileira neste ano é Madri. A
partir de fevereiro, a capital espanhola recebe a edição da Arco 2008,
a mais importante feira de arte européia ao lado da suíça Art Basel. O
Brasil é o país convidado do grande mercado em que se transformará os
14 pavilhões do Centro de Convenções de Madri. Isso significa que, das
250 galerias que pagaram para montar estande na feira, 32 são
brasileiras. E todos os eventos paralelos - na verdade, são eles que
realmente interessam ao público em geral - vão apresentar artistas
tupiniquins.</p>
<p>Feiras são lugares de comércio, perfeitas para fechar negócios. A
lista de freqüentadores desses hipermercados de arte costuma ser
preenchida por colecionadores e curadores de museus. Gente que tem
poder de compra. As galerias pagam caro pela vitrine e querem,
evidentemente, recuperar o investimento com boas vendas. Mas é na
programação paralela que se fala e reflete sobre arte. E, até agora, o
Ministério da Cultura e a Fundação Athos Bulcão, parceira oficial do
governo brasileiro na organização do calendário da Arco, confirmaram
cinco eventos.</p>
<p>Uma comissão formada por representantes das duas instituições
desembarcou nesta semana em Madri para o lançamento oficial da presença
brasileira na feira. “Esses eventos aliam discussão conceitual à
viabilidade de mercado. Serão 165 artistas participando”, explica
Glauber Coradesqui, coordenador de pesquisa e projeto da Fundação Athos
Bulcão. A primeira parada será o Alcalá 31, centro cultural preparado
para receber Contraditório, mostra do 30º Panorama da arte brasileira
encerrado em São Paulo na última semana.</p>
<p><strong>Latência e sensibilidade</strong></p>
<p>O Brasil é país vasto no qual cabe todo tipo de reflexão
contraditória. A diversidade cultural é espelhada pela produção
artística e abre espaço para expressões que parecem revelar cenários
opostos, mas que falam de um único território e uma única gente. Por
isso, Contraditório pode funcionar como boa introdução ao cenário
artístico nacional em terras estrangeiras. “Há um interesse muito
grande por arte brasileira no exterior e a mostra propõe discutir o
sentido de se falar em arte brasileira hoje num cenário globalizado”,
explica Moacir dos Anjos, curador do Panorama e de uma das mostras da
6ª Bienal do Mercosul, realizada em 2007. “A curadoria combinou obras
que demonstram a sensibilidade do artista brasileiro e obras que
expressam o estado de latência da sociedade. Questões como repetição e
imobilismo aparecem nas obras e refletem o estado de espírito
brasileiro.”</p>
<p>O Panorama tem um total de 29 artistas e vai ganhar montagem
integral em Madri. O detalhe animou mais o brasiliense Milton Marques
do que o fato de eventualmente participar da feira por meio da
paulistana Galeria Leme, que o representa. “Feira é uma coisa muito
comercial e a intenção é essa mesmo. A galeria negocia, mas eu fico um
pouco de fora. É a primeira vez que vou participar e é um esquema muito
diferente do que costumo fazer. Até o público é diferente”, constata
Marques, autor de uma instalação sem título montada com câmera
artesanal que projeta fragmentos de imagens.</p>
<p>A programação paralela terá também shows com as bandas Cidadão
Instigado e Kassin + 2 e intervenções urbanas de Lúcia Koch e Marcelo
Cidade. O El matadero, antigo matadouro transformado em espaço
cultural, será ocupado pela artista Fernanda Gomes e receberá o
coletivo Gia, para uma residência artística. Mostras de filmes
brasileiros e performances também estão programadas para os cinco dias
da Arco.</p>
<p><strong>Renovação</strong></p>
<p>Matheus Rocha Pitta</p>
<p>A instalação Títulos, concebida para o Panorama, é comentário sobre
o descaso das instituições oficiais para com a cultura. Matheus reuniu
rolos de filmes deteriorados do acervo do Museu de Arte Moderna (MAM)
do Rio de Janeiro. A cinemateca da instituição foi ameaçada de
fechamento no ano passado, por causa da má conservação do acervo. Rocha
Pitta nasceu em Minas Gerais e tem 27 anos. Radicado no Rio de Janeiro,
é um dos nomes mais premiados da geração carioca de jovens artistas.</p>
<p>Rivane Neuenschwander</p>
<p>A comunicação é o alvo do trabalho de Rivane. Dispostas lado a lado
em escrivaninhas, sete máquinas de escrever servem de metáfora para
falar da falta de comunicação. No lugar das letras, apenas pontos
finais. Os números foram mantidos e o público pode se aventurar a
“escrever” com as máquinas da artista. No entanto, não há texto
possível. Intitulado (…), 2004, o trabalho foi apresentado na Bienal de
Veneza e retoma temática freqüente na obra da artista mineira.</p>
<p>Lucia Laguna</p>
<p>A pintura contemporânea brasileira também encontra refúgio no
Panorama. Carioca que começou a pintar depois dos 40 anos, Lucia Laguna
observa o Rio da janela do ateliê instalado em frente ao Morro da
Mangueira. Desse olhar, saem as pinturas de traço geométrico
desordenado como os tetos das casas das favelas. As pinturas de Lucia
estiveram em Brasília na mostra Prêmio CNI-Sesi Marcantonio Vilaça para
Artes Plásticas e ainda podem ser apreciadas na mostra Trópicos, em
cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).</p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Vinicius Spricigo</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2008-02-07T20:21:22Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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