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Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência: Catedrático Ricardo Ohtake – 2017

 

Catedrático Paulo Sérgio Rouanet 2016Catedrático Ricardo Ohtake 2017
Catedrática Eliana Sousa e Silva 2018site da Cátedra no IEA-USP

Introdução

A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência é fruto do esforço do IEA de inserir na Universidade um novo e mais profundo olhar para a arte e a cultura.

Criada em 2015 e lançada oficialmente em fevereiro de 2016, tem como titular atual o arquiteto Ricardo Ohtake, presidente do Instituto Tomie Ohtake. Seu antecessor foi Sérgio Paulo Rouanet, diplomata e ensaísta, ex-secretário nacional de Cultura e autor do projeto da lei de incentivo à cultura que leva o seu nome. O coordenador acadêmico é Martin Grossmann, ex-diretor do IEA e professor da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.

Projeto do IEA em parceria com o Instituto Itaú Cultural, a Cátedra Olavo Setubal é um espaço para discutir e promover atividades voltadas ao universo das artes com foco na gestão cultural. Seu objetivo é fomentar reflexões interdisciplinares sobre temas acadêmicos, artístico-culturais e sociais nos âmbitos regional e global.

 


 

Atividades realizadas

Arte & Política: Um Retrospecto da Carreira de Ricardo Ohtake

A atividade inaugural do ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão" fez um retrospecto da carreira de Ricardo Ohtake como dirigente cultural na cidade de São Paulo.

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Instituições Culturais: Museu Afro Brasil e Sesc-São Paulo

Na segunda atividade do ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", Danilo Santos de Miranda, diretor regional do SESC-SP, e Emanoel Araujo, que dirige o Museu Afro Brasil, foram os personagens centrais de encontro que discutiu as contribuições das instituições culturais na formação e desenvolvimento de São Paulo.

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Instituições Culturais 2 - Masp, Bienal e Itaú Cultural

Neste encontro, Heitor Martins, diretor-presidente do Masp, e Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, falaram sobre o papel da cultura na formação e desenvolvimento de São Paulo, a partir da perspectiva das instituições que dirigem.

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Dirigentes Culturais I: Dos Anos 50 à Atualidade - Suassuna e Walter Zanini

O músico pernambucano Antônio Nóbrega e a artista plástica Regina Silveira estiveram juntos no Espaço Multiuso do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP para falar sobre dois importantes dirigentes culturais do pós-guerra.

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Dirigentes Culturais II: Dos Anos 50 à Atualidade - Paulo Emílio Salles Gomes

O trabalho e a vida de Paulo Emílio Salles Gomes, fundador da Cinemateca Brasileira será apresentado na Sala Petrobras da Cinemateca Brasileira. Para comentar sobre Paulo Emílio, estará presente o teórico e professor de cinema brasileiro, Ismail Xavier.

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Dirigentes Culturais III: Dos Anos 50 à Atualidade -– Paulo Herkenhoff e Carlos Augusto Calil

 

As carreiras singulares de Paulo Herkenhoff , fortemente marcada pela atividade curatorial, e a de Carlos Augusto Calil, caracterizada pela empenho em reestruturar instituições públicas de cultura, foram o tema do seminário Dirigentes Culturais 3: Dos anos 50 à Atualidade, ocorrido no prédio da Fundação Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, no dia 10 de outubro.

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Dirigentes Culturais IV: Dos Anos 50 à Atualidade - Martin Grossmann

Martin Grossmann, coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setubal e ex-diretor do IEA, falou de suas experiências como gestor cultural, principalmente do período em que dirigiu o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e de quando foi vice-diretor do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP. A conferência fez parte do ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão", organizado pela Cátedra.

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Dirigentes Culturais V: Dos Anos 50 à Atualidade - Justo Werlang

A experiência de Justo Werlang como gestor cultural foi apresentada na Pina_ . Werlang falou de sua vivência como diretor-presidente da Fundação Iberê Camargo e da criação da Bienal do Mercosul.

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Exposições 1 - Do Figurativismo ao Abstracionismo e Bienais - Agnaldo Farias

O professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, crítico de arte e curador Agnaldo Farias comentou a exposição “Do Figurativismo ao Abstracionismo”, que marcou a inauguração do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo. Ele também tratou das bienais.

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Exposições 3: "A Mão do Povo Brasileiro" (MASP, 1969) - Ana Maria Belluzzo

Em 1968, dezenove anos depois da sua criação, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o Masp, se transferiu para sua mais conhecida e atual sede, no centro da Avenida Paulista. Cerca de mil objetos que representavam a rica cultura material brasileira fizeram parte da exposição "A Mão do Povo Brasileiro". A mostra inaugural da icônica casa do Masp foi comentada pela historiadora de arte e ex-curadora do Museu de Arte de Moderna (MAM), Ana Maria Belluzzo.

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Exposições 4: "Do Corpo à Terra", "Domingos de Criação" e "Como Vai Você, Geração 80?"

Este encontro relembrou três eventos artísticos que marcaram os anos 70 e 80 no Brasil: "Do Corpo à Terra", realizado em vários lugares de Belo Horizonte, MG, em 1970; "Domingos de Criação", que ocorreram de janeiro a julho de 1971 no Museu de Arte Moderna (MAM) no Rio de Janeiro; e a exposição "Como Vai Você, Geração 80?", sediada na Escola de Artes Visuais do Parque Laje, Rio de Janeiro, em 1984. Quem falou sobre eles foram seus curadores, Frederico Morais e Marcus Lontra.

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Exposições 5 - "Meio Século de Arte Brasileira" e "Africa Africans" - Agnaldo Farias e Emanoel Araújo

As artes visuais brasileiras dos anos 50 ao início deste século e a arte africana contemporânea foram temas deste encontro do ciclo "Cultura, Institucionalidade e Gestão". O crítico, curador e professor Agnaldo Farias, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, debateu sobre o projeto Meio Século de Arte Brasileira, do Instituto Tomie Ohtake. Já o artista e curador Emanoel Araújo, diretor do Museu Afro Brasil, falou sobre a exposição "Africa Africans", produzida pelo museu que dirige em 2015.

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Exposições 6 - "1ª Exposição Nacional de Arte Concreta" e "1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta - João Bandeira

O escritor, curador e crítico de arte João Bandeira comentou a 1ª Exposição Nacional de Arte Concreta e a 1ª Exposição Nacional de Arte Neoconcreta, no 6º evento sobre exposições culturais que marcaram a cena brasileira.

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Dirigentes Culturais VI - Sérgio Milliet & Nelson Brissac

A vida de Sérgio Milliet, um dos principais articuladores da formação do Museu de Arte Moderna de São Paulo, foi comentada neste evento por Lisbeth Rebollo Gonçalves, socióloga e atual presidente da Associação Internacional de Críticos de Arte (Aica)O outro conferencistas foi o filósofo Nelson Brissac, que falou sobre sua trajetória na área, incluindo o projeto Arte/Cidade.

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